Nivaldo Antônio Parizotto participou do Congresso de Fisioterapia da Seama
Troca de experiência entre profissionais e acadêmicos foi o ponto chave do II Congresso de Fisioterapia do Amapá (Confisa) promovido pela Faculdade Seama. Durante os quatro dias do Confisa estudantes e profissionais tiveram a oportunidade de interação com diferentes temas. Para os coordenadores do Evento o objetivo de disseminar no Amapá conhecimentos que só poderiam ser adquiridos em outro estado foi superado; o Confisa trouxe para o Estado o melhor da Fisioterapia.
Dr. Nivaldo Antônio Parizotto um dos grandes nomes da Fisioterapia nacional, deu sua contribuição ao Evento. Nivaldo é conhecido por orientar várias dissertações de Mestrado e Doutorado e por ser um dos maiores pesquisadores da Eletroterapia. Além disso, é autor de vários livros na área e um dos profissionais mais respeitados no meio acadêmico.
Segundo ele, o Congresso atendeu a necessidade de constante atualização de conhecimentos. “Estamos inseridos num contexto global, por isso precisamos sempre estar atualizados em todos os novos procedimentos que compõe o quadro de saúde. No Confisa os acadêmicos deste Estado estão frente a frente com diversas tecnologias e conceitos sobre saúde de outros países. É desta forma que expandimos esses conhecimentos”, explicou.
O especialista aproveitou o encontro para falar sobre o perfil do fisioterapeuta nos dias atuais. “O profissional não pode atender o paciente apenas na funcionalidade da terapia, ele deve entender todo o contexto em volta. Ao tratar seu paciente com certa dor, o fisioterapeuta não deve se limitar a cuidar apenas esta dor, ele tem que preocupar-se também de outros aspectos da vida dessa pessoa, seja econômico, familiar ou social. Os futuros fisioterapeutas, só serão excelente profissionais se tiveram esta visão ampla”, enfatiza Nivaldo.
O encerramento do Confisa aconteceu no domingo, 04, e teve como resultado a disseminação de conhecimentos. A coordenadora do Curso de Fisioterapia da Seama, Karla Baraúna, afirma que os acadêmicos tiveram momentos de aprendizado e construção de conceitos. “Tivemos a preocupação de oferecer palestras, mesa-redonda e cursos para que os nossos acadêmicos ficassem sabendo dos novos tratamentos em torno da fisioterapia. Isso tudo faz parte do conhecimento necessário para o acadêmico e profissional da área”, ressaltou Karla.